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Listas definitivas serão publicadas até ao final do mês PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Pedro   
Terça, 23 Agosto 2005 18:54
As listas definitivas de colocação dos professores dos ensinos Básico e Secundário serão divulgadas até ao final do mês de Agosto. A garantia foi dada hoje ao EDUCARE.PT por fonte do gabinete da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

Atrasos na indicação, por parte das escolas, dos horários ainda disponíveis, bem como a morosidade inerente ao processo de colocações, poderão explicar o adiamento do lançamento das listas, inicialmente previsto para meados deste mês.
Por enquanto, e porque o atraso, ao que tudo indica, não será superior a 15 dias, a generalidade dos professores ainda não dá sinais de alarme. Isso mesmo confirmou ao EDUCARE.PT António Avelãs, dirigente do Sindicato de Professores da Grande Lisboa, afecto à Federação Nacional de Professores.

"Não há motivo para alarme. O atraso não é preocupante e neste momento ainda não se verifica agitação entre os professores. A maioria encontra-se a gozar o resto das férias e o calendário apontado pelo Ministério para a divulgação das listas está mais ou menos dentro das expectativas", afirmou o sindicalista, lembrando que "em concursos anteriores, nomeadamente no ano passado, a situação foi bem pior".

Neste momento, a Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação encontra-se também a analisar as reclamações aos pedidos rejeitados de destacamento, sendo que mais de metade dos docentes que viram o seu pedido negado accionaram este mecanismo.

De acordo com o calendário fixado pela tutela, o próximo ano lectivo terá início entre os dias 12 e 16 de Setembro, cabendo aos estabelecimentos de ensino determinar o dia exacto do arranque.

A merecer maior preocupação por parte dos sindicatos representantes dos professores estão as estimativas em relação ao número de docentes que não conseguirá obter colocação para leccionar. O Sindicato de Professores da Região Centro estima que no ano lectivo 2005/06 possam ficar nestas condições mais de 40 mil professores.

Fonte:  Educare.