Curiosidades

Alguns dizem que a maior palavra da língua portuguesa é "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico", com 46 letras.
Esta palavra está registada no novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, e significa «estado de quem é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas».
(Portal das curiosidades)

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Professores concordam com vinculação às escolas mas querem ser ouvidos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Pedro   
Terça, 06 Setembro 2005 12:30

Os professores consideraram hoje positiva a medida de manter os docentes na mesma escola por três a quatro anos, mas pretendem ser ouvidos pelo Governo quando a medida anunciada pelo primeiro-ministro for convertida em projecto de lei.

Em declarações à agência Lusa, tanto a Federação Nacional da Educação (FNE) como a Federação Nacional de Professores (Fenprof) lamentaram que o Governo apresente "uma ideia num comício partidário", sem "consultar previamente os sindicatos".
"Considero a medida positiva, mas actualmente, face à legislação, já está previsto que os docentes possam permacecer três anos na mesma escola", salienta Augusto Pascoal da Fenprof.


"Não sabemos os contornos da medida anunciada num comício partidário, mas esperamos que seja um pouco mais do que a actual lei. Se o for já é desejável", destacou o responsável.

Augusto Pascoal lembrou que é necessário que "a ideia anunciada seja convertida em matéria legislativa" e que nessa altura os sindicatos sejam envolvidos na discussão da medida, que impõe, nomeadamente, a "o redimensionamento dos quadros das escolas e a redefinição dos conceitos de 'quadro de escola' e de 'quadro de zona pedagógica'".

"Há escolas em certos meios onde é muito complicado trabalhar e um conjunto de medidas deverão ser negociadas com os sindicatos", disse, salientando que os sindicatos só têm de ser consultados pelo governo sobre matérias como estas aquando da preparação dos diplomas legais.

Por seu lado, o dirigente da FNE João Dias da Silva, considerou que a medida anunciada por Sócrates "vem ao encontro da exigência da FNE desde há anos para estabilização do corpo docente nas escolas". "Esperamos que esta medida não seja como as apresentadas anteriormente pelo Governo, sem margem de negociação nem hipótese de recuo, como a inqualificável alteração do tempo de serviço dos professores", afirmou o dirigente.

José Sócrates anunciou esta madrugada no Porto que o próximo concurso de professores será válido por três a quatro anos, "conforme a duração do ciclo de ensino", de modo a evitar a "instabilidade permanente provocada pelos professores em trânsito, saltando de escola para escola".

O funcionamento das escolas até às 17h30, o ensino de Inglês, o fornecimento de refeições na maioria dos estabelecimentos de ensino primário e a formação contínua dos professores deste ciclo na área da matemática foram realçados pelo primeiro-ministro como medidas que irão melhorar a qualidade da educação.

Fonte: Público Online